ÓLEOS ESSENCIAIS

Os óleos essenciais são os principais componentes odoríferos de uma planta. Voláteis, porque evaporam quando expostos ao ar. Podem ser chamados de voláteis, refringentes, etéreos ou essenciais. As plantas têm odores próprios em densidade menor que o da água, alto índice de refração, são sensíveis à luz e ao ar. São substâncias complexas, de poder volátil e fragrância variável, proveniente das folhas, flores, talos, caule, haste, pecíolo, casca, raízes ou outros elementos.

A produção de óleo essencial depende de cada planta e suas partes mais exploradas, variando de 0,005% (pétalas de flores) a 10% (casca de cítricos), dependendo da planta. O uso da palavra “óleo” não corresponde exatamente ao material colhido na destilação, são líquidos untuosos diferentes dos ácidos graxos retirados das plantas vegetais prensadas a frio. Diferem-se destes por sua auto volatilidade. Mas misturam-se perfeitamente com os óleos vegetais graxos, como ceras e gorduras.

ÓLEOS VEGETAIS

Óleos vegetais, ou carreadores, são aqueles prensados a frio, como oliva, amêndoas doces, castanhas, gergelim, soja, girassol, linhaça, abacate. Podem se apresentar como cera liquida, exemplo: óleo de jojoba. Alguns se apresentam como manteiga como o coco palmiste e babaçu, o cacau, manga, cupuaçu, murumuru, karité. Óleos minerais derivados de petróleo não são usados na aromaterapia, pois não permitem a absorção do óleo essencial no interior das células (derme). Com os óleos vegetais precisamos ter um cuidado maior ainda, pois eles rancificam rapidamente, entram em processo de decomposição de ácidos graxos na presença de ar, luz e umidade.

LIVROS

Os livros disponibilizados em nossa loja são da Editora Laszlo. A Laszlo é a empresa no ramo de Aromaterapia, no Brasil, com a maior diversidade de produtos e que detém o maior know how na área. “Conhecimento é o nosso principal diferencial, pois, através deste, somos capazes de desenvolver produtos únicos, trazer ao mercado sempre o que há de mais novo, mantendo sempre um alto padrão de qualidade”. Fabian Laszlo

COSMÉTICOS NATURAIS E ORGÂNICOS

De acordo com relatório do Sebrae, os cosméticos naturais não devem conter aditivos químicos em sua composição. Para o Instituto Biodinâmico (IBD) e para a Ecocert, os cosméticos naturais devem possuir matérias-primas naturais e não podem conter alguns elementos em suas fórmulas:

Matérias-primas proibidas: corantes sintéticos, aromas e fragrâncias sintéticas, derivados do propileno, amônia, silicone, conservantes sintéticos, dietanolamidas, derivados do petróleo, moléculas geneticamente modificadas, insumos testados em animais (sofrimento animal).

Matérias-primas permitidas: manteigas vegetais, óleos vegetais, lanolina, corantes naturais, óleos essenciais, extratos vegetais e minerais (argilas) e polímeros naturais (amidos).

Produtos de base natural
Esses cosméticos são amplamente difundidos no mercado porque são produtos fabricados de modo convencional, possuem em sua formulação uma porcentagem de ingredientes naturais. Alguns podem até conter selos do IBD ou da Ecocert porque estão utilizando na composição do cosmético um ingrediente que é certificado, ou por ser natural ou por ser orgânico, mas isso não confere ao cosmético a propriedade de ser 100% natural.

Cosméticos Orgânicos
Segundo o IBD existem os cosméticos orgânicos e os cosméticos feitos com matérias-primas orgânicas. Os cosméticos orgânicos devem possuir, no mínimo, 95% de matérias-primas certificadas como orgânicas. Os 5% restantes podem ser compostos por água e por outras matérias-primas naturais. A Ecocert define que os cosméticos naturais podem ter, no mínimo 95%, do conteúdo total de matérias-primas naturais. Os outros 5% podem ser constituídos por substâncias sintéticas listadas pela certificadora, mas que não estão inseridas nas matérias-primas proibidas para cosméticos naturais. Então, para saber se o cosmético é natural, verifique a ausência dos ingredientes proibidos listados anteriormente. Se ele apresentar o selo IBD – Ingredientes Naturais ou o selo Ecocert, é mais um fator de confiança de que ele é realmente um cosmético natural.

DIFUSORES ELÉTRICOS

São aparelhos de difusão dos óleos essenciais no tratamento aromaterapêutico. As moléculas dos óleos essenciais são difundidas no ambiente tratando as pessoas que estão no local, seja em casa, no escritório ou até mesmo na loja, como é usado aqui na Flor de Louro. Em casa pode ser usado de acordo com cada ambiente, na sala e cozinha, por exemplo, um óleo essencial de cítricos, como laranja, ou especiarias, como a canela, estimulam o início do dia, trazendo alegria, estimulação dos sistemas digestivos, circulatório, trazendo vontade de trabalhar de forma alegre e entusiástica pela vida. Siga nossas receitas em dicas e receitas.
Os difusores elétricos também podem ser ionizadores e umidificadores dos ambientes. Neste caso pode-se usar um óleo fungicida e tratar não só as pessoas, mas o ambiente também.

COLAR DIFUSOR

É uma forma mais eficiente de tratamento e muito mais rápido que usar óleo essencial no difusor de ambiente. O ser humano aspira o óleo essencial, que é absorvido pelos nervos olfativos, indo diretamente para o cérebro, onde atinge a região do hipocampo, relacionada ao comportamento, à memória e à emoção. Desta forma, os óleos essenciais são muito indicados no tratamento de doenças psicossomáticas oriundas de distúrbios psicológicos. Depois, atinge outra região do sistema nervoso, o sistema límbico. Os aromas seguem três regiões: o hipotálamo, que controla a agressividade e os impulsos motivacionais, entre tantos outros; a glândula pituitária, que tem ação direta sobre as glândulas suprarrenais; e as glândulas sexuais. Desta forma rápida, a composição química dos óleos essenciais também ajuda a aumentar a circulação periférica do corpo. Eles têm o poder de alterar o comportamento da circulação sanguínea, do aparelho digestivo, do aparelho urinário, do sistema cardiovascular, do sistema pulmonar e ainda a secreção dos hormônios.

INCENSOS NATURAIS

Incenso, do latim: incendere, significa queimar, é composto por materiais aromáticos chamados bióticos, que liberam fumaça perfumada quando queimados. O “incenso” refere-se à substância em si, mais do que o cheiro que ela produz. Ele é usado em cerimônias religiosas, rituais de purificação e meditação, para a criação de um estado elevado de energia.Nos rituais da Igreja Católica, o uso do incenso, assim como de tantos outros elementos que envolvem os sentidos humanos, tem embasamento em passagens bíblicas como “Apresente-se a minha oração como incenso diante de ti…” (Salmos 141:2) e em “Subiu o fumo do incenso com as orações dos santos da mão do anjo diante de Deus” (Apocalipse 8:4). Dessa forma, o propósito primígeno do uso do incenso na missa é simbolizar as orações dos fiéis se elevando a Deus. Ou seja, o uso do incenso é um símbolo de oração. Outra passagem bíblica que remete ao incenso, se dá em Mateus 2:11, na qual o incenso foi um dos presentes dado ao menino Jesus por um dos três reis magos quando de seu nascimento: “entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, adoraram-no; e abrindo os seus cofres, fizeram-lhe ofertas de ouro, incenso e mirra.” O recipiente em que se queima o incenso é chamado incensário ou turíbulo.

PERFUMES NATURAIS

Com um pouco de prática e perseverança você também poderá criar um perfume memorável! O perfume pode ser um dos itens de beleza mais dispendiosos, mas também dos mais marcantes. Ao longo do tempo, o perfume tornou-se numa arte apaixonante da mistura, que é capaz de produzir aromas que sustentam as nossas fantasias.Se estiver pensando em criar o seu próprio perfume, para usar ou vender, o ideal é começar por uma simples água de colônia. Desta forma, poderá criar o seu perfume perfeito, de acordo com o aroma que desejar. Para isso, experimente e continue experimentando até conseguir obter o aroma desejado. Aqui na Flor de Louro podemos lhe ensinar os princípios básicos para construir seu perfume.

SABONETES TERAPÊUTICOS E NATURAIS

A saboaria artesanal é uma atividade feita sem o emprego de máquinas, a partir dos componentes primários que são óleos e os álcalis que produzem uma reação química chamada saponificação. Esta reação química produz sabão + glicerina acompanhados de: óleos vegetais puros, prensados à frio; manteigas vegetais; extratos naturais; argilas; conservantes naturais; pigmentos naturais; óleos essenciais, que além de terapêuticos, perfumam suavemente o sabão, com o aroma natural das plantas.

A glicerina, a verdadeira guardiã da hidratação da pele, é um derivado natural do processo de saponificação. Na saboaria artesanal, a preciosa glicerina fica 100% no sabonete. A indústria química de sabonetes retira a glicerina natural do sabonete para revendê-la à indústria cosmética e farmacêutica.

Um sabão natural é um sabão verdadeiro, livre de derivados de petróleo, lauril, sulfatos, parabenos, BHT, EDTA, estabilizantes, fragrâncias sintéticas, corantes artificiais ou qualquer outro aditivo ou conservante químico amplamente usado na indústria cosmética.

O sabão natural possui uma dose extra de manteigas ou óleos vegetais que ficarão livres no sabão, sem saponificar, acrescentando uma qualidade extra no sabonete, deixando-o ainda mais hidratante. Venha adquirir o seu com preços especiais aqui na A Flor de Louro.