Outono – Como prevenir doenças respiratórias

Estação dos ventos, chuvas, e friozinho chegando, será que você está preparado para enfrentar tantas diferenças de temperatura?
Nosso organismo precisa estar em dia com a imunidade, como está sua alimentação? Você não tem vontade de comer frutas e verduras?

Apesar de não ser a forma mais correta, você pode ter sua imunidade restabelecida.
A moringa é um dos produtos naturais capaz de reverter o quadro. Apesar de ter sido proibida a venda pela ANVISA, é uma planta sim que melhora ferro, vitaminas A, B1, B2, C e E, cálcio, potássio, ferro e proteínas.

Os encapsulados podem ser consumidos desde que tem origem de fabricantes com certificações. Pode-se fazer o consumo sem medo. Matéria da revista Exame comenta bem esses dados, mas atenção é uma matéria paga pelo Max Moringa, existem outras empresas qualificadas no mercado como Moringa da Paz, DACOV, e Moringa+Vida.

https://exame.abril.com.br/negocios/dino/dados-recentes-do-ministerio-da-saude-demonstram-as-6-enfermidades-que-mais-dizimam-os-brasileiros/

ÓLEOS ESSENCIAIS MAIS USADOS NO OUTONO/INVERNO

Óleos essenciais recomendados para o outono são aqueles que melhoram e previnem doenças respiratórias como eucaliptos radiata, globulus, citriodora; niaouli, murta, ravensara, ravintsara, hortelã pimenta, tea tree (melaleuca artenifolia) ; alecrim, lavandin , lavanda francesa; alguns blends feito com esses óleos essenciais também são muito procurados pelo público que já conhece a eficiência de medicamentos naturais.

Antes de usar óleos essenciais, busque se informar da forma correta de uso através de artigos científicos, ou empresas que disponibilizam esses dados. Ou procure um médico ou terapeuta com formação profissional na área. Não use de forma incorreta por meio de comunicação de empresas meramente lucrativas que induzem seus clientes ao uso exagerado e incorreto correndo o risco de queimar a pele ou sofrer graves crises de intoxicação e alergias.

Óleos essenciais são voláteis e possuem cadeias químicas de proteção das plantas contra agentes externos. E devem ser usados em doses de diluição apropriada para os seres humanos, pois quando destilados chegam numa alta concentração de cadeias químicas chamadas de terpenos, cetonas, aldeídeos, ésteres, álcoois, fenóis, óxidos, ácidos, que precisam ser aplicados de forma correta.
Pense que ao aspirar os óleos essenciais, eles são absorvidos pelos nervos olfativos, indo diretamente ao cérebro, onde atinge a região do hipocampo, relacionado ao comportamento, memória e emoções. Por isso muito indicado para doenças psicossomáticas oriundas de distúrbios psicológicos.

Quando atinge a região do sistema nervoso, o sistema límbico, o aroma atinge três regiões do cérebro: hipotálamo que controla a agressividade e os impulsos motivacionais, entre outros; a glândula pituitária, que tem ação direta sobre as glândulas suprarrenais, e as glândulas sexuais.

De um modo geral os elementos químicos dos óleos essenciais aumentam a circulação sanguínea, melhorando o sistema digestivo, cardiovascular, sistema pulmonar e ainda secreção de hormônios.
Sendo assim a Aromaterapia tem cada vez mais abrangência nos tratamentos de saúde, sem os inconvenientes normalmente apresentados pelos medicamentos alopáticos.

Para o uso correto dos óleos essenciais busque sempre um terapeuta ou médico que indique os tratamentos fitoterápicos e naturais das terapias integrativas.

Marilda Souza – Filiada ABRAROMA Q266

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