CUIDADO: USE CORRETAMENTE

Cuidados especiais ao usar óleos essenciais puros na pele, seja no rosto, nos punhos ou na sola dos pés. Eles podem ser abrasivos, causar irritações, ou ser altamente alergênicos para algumas pessoas.

A grande exposição nas mídias sociais com o uso de aromaterapia está levando pessoas a buscarem o uso de óleos essenciais achando que é só uma essência para perfumar, como produtos da perfumaria popular e sintética fabricada em laboratórios.

O grande laboratório da fabricação de óleos essenciais é a Natureza, não podemos imitar uma solução criada por Deus, mesmo porque as plantas sofrem modificações a todo instante, conforme a localização em que é encontrada na forma selvagem, ou quando é plantada pelo homem, sofre com o calor, frio, tempestades, modificação do solo, adubação em grandes plantações, a mesma planta que pode se adaptar no Brasil, nunca será a mesma que a plantada nos países do  Mediterrâneo. E é assim que acontece com a lavanda (alfazema), aqui temos apenas a lavândula hibrida ou lavandin, ela possui muito mais cânfora em sua composição química natural.  Continua sendo calmante, bactericida, anti-inflamatória, mas alivia muito mais questões respiratórias e dores musculares.Diferente de uma lavanda fina encontrada em alturas acima de 1500 mts acima do mar nas montanhas europeias, muito mais usada na perfumaria. Mas também em doenças degenerativas e doenças emocionais.

CUIDADO: óleos essenciais podem ser tóxicos

Jamais use óleos essenciais puros sobre a pele por muito tempo, também não use por mais de um mês mesmo que seja inalando um colar aromático, o correto sempre é buscar indicação de um terapeuta com formação com mais de dois anos, e consulte bons livros se não consegue ler em inglês, a Editora Laszlo vem traduzindo bons livros. Temos esses livros em nossa loja física.

“É importante não confundir as atividades farmacológicas de uma droga vegetal rica em óleos voláteis com as atividades farmacológicas do óleo isolado da mesma. O óleo volátil de alecrim (Rosmarinus officinalis), por exemplo, é antibacteriano, enquanto que a infusão da planta é empregada para o tratamento sintomático de problemas digestivos diversos, por suas propriedades antiespasmódicas e coléricas, devidas à presença de compostos fenólicos, além de possuir propriedades anti-oxidantes poderosas também. Também se deve levar em consideração que, se é possível estabelecer a atividade farmacológica de uma substância isolada, o mesmo não é tão fácil para um óleo volátil que, além de ser uma mistura complexa, pode ter sua composição química alterada por vários fatores. Algumas propriedades farmacológicas, entretanto, estão relativamente bem estabelecidas e podem servir de exemplos.

Ação carminativa: alguns óleos produzem certa anestesia sobre a cárdia, permitindo seu relaxamento e consequente expulsão do ar do trato gastrintestinal. Exemplos: funcho, erva-doce, camomila, menta.

Ação antiespasmódica: alguns óleos relaxam a musculatura lisa intestinal, diminuindo ou mesmo suprimindo espasmos (cólicas). Exemplos: camomila, macela, alho, funcho, erva-doce, sálvia esclaréia.

Ação estimulante sobre secreções do aparelho digestivo, justificando a propriedade estimulante do apetite. Exemplos: gengibre, genciana, zimbro.

Ação cardiovascular, provocando aumento do ritmo cardíaco e da pressão arterial. Exemplos: óleos contendo cânfora (sálvia dalmaciana, canforeira, wintergreen).

Ação irritante tópica ou repulsiva (uso externo): alguns produtos, tais como a essência de terebintina, provocam um aumento da microcirculação local com consequente efeito rubefaciente, sensação de calor e, em certos casos, uma ação anestésica local.

Ação secretolítica: a ação irritante tópica pode provocar a atividade secretora do epitélio respiratório, facilitando a fluidificação e a expulsão do muco, em alguns problemas respiratórios Exemplos: eucalipto, anis-estrelado.

Ações sobre o SNC: estimulante (óleos voláteis contendo cânfora e cineol), depressora (melissa, capim-limão) ou mesmo provocando convulsões em doses elevadas (losna, erva-de-santa-maria, sálvia, canela).

Ação anestésica local: óleo volátil do cravo-da-índia, pelo seu alto teor em eugenol, que também tem atividade anti-séptica.

Ação antiinflamatória: óleos voláteis contendo azulenos, como, por exemplo, a camomila.

Ação anti-séptica (uso externo): alguns óleos voláteis inibem o crescimento de várias bactérias e fungos, devido à presença de compostos fenólicos, aldeídos e álcoois. Os compostos citral, geraniol, linalol e timol têm alto poder anti-séptico, superior ao do próprio fenol.

Aqui também é necessário que se diferencie a toxicidade de plantas medicinais ricas em óleos voláteis e dos óleos voláteis delas isolados. Os óleos, frequentemente, apresentam toxicidade elevada se empregados em grandes doses. Isso é particularmente importante levando-se em consideração quando os óleos vêm a ser empregados com finalidades fitoaromaterápicas.

Os efeitos tóxicos dos óleos voláteis incluem não somente aqueles decorrentes de uma intoxicação aguda, mas também crônica. Além disso, os efeitos tóxicos dos óleos voláteis também podem ocorrer através do uso tópico (foto-toxicidade e alergias). Deve-se, também, atentar para a sensibilidade dos indivíduos aos inúmeros componentes químicos de um óleo volátil e a ingestão concomitante de certos medicamentos, pois todos esses fatores podem provocar o aparecimento de reações adversas e/ou tóxicas. Geralmente a toxicidade dos óleos voláteis é dose dependente; entretanto, existem situações, nas quais mesmo o uso de baixas doses pode provocar reações severas, principalmente nos casos de alergias de contato (sensibilização cutânea) e de foto toxicidade. O grau de toxicidade depende, também, da via de administração; a ingestão oral é aquela que provoca maiores riscos se feita sem critérios adequados de dosagem.

A toxicidade crônica dos óleos voláteis é pouco conhecida e ainda é necessário avaliar suas eventuais propriedades mutagênicas, teratogênicas e/ou carcinogênicas. A toxicidade aguda, entretanto, é mais conhecida. À título ilustrativo são citados a seguir, exemplos de toxicidade aguda de alguns óleos voláteis.

Reações cutâneas

Podem ser três tipos: irritaçãosensibilização e foto-toxicidade: irritação e reações alérgicas.

A irritação primária produzida por um agente irritante ocorre rapidamente e o grau de severidade depende da sua concentração. Exemplo de um óleo volátil que provoca irritação é o de mostarda. A sensibilização é um tipo de reação alérgica, que também ocorre na primeira exposição à substância, mas, nesta ocasião, o efeito causado na pele é leve ou mesmo não detectável. Entretanto, a exposição subsequente ao mesmo material ou algo similar poderá produzir uma reação inflamatória grave. Exemplos de óleos voláteis que provocam sensibilização: canela (pelo alto teor em cinamaldeído), tomilho, alho e outros. Também é bem conhecida a dermatite de contato de pintores provocada pela essência de terebintina (óleo-resina extraída de várias espécies de Pinus, rica em hidrocarbonetos terpênicos), usada como diluente de tintas.

Reações alérgicas e irritações são possíveis de ocorrer e variarão de acordo com o indivíduo e com os compostos presentes no óleo.

Fototoxidade

Reação da pele a determinados compostos como as furanocumarinas que podem causar queimaduras de pele, manchas escuras e até câncer. Dentre os óleos que possuem estes compostos podemos citar os cítricos como o limão, bergamota, laranja da terra, tagetes, cominho, verbena, raiz de angélica, arruda e opopanax.

Ao passar o óleo de bergamota puro sobre a pele e deixá-la exposta aos raios ultra-violeta do sol, é possível ver-se o surgimento de manchas no local, atestando sua fototoxidade. O princípio ativo aqui, no caso da bergamota, é o bergapteno. Já existem óleos livres de furanocumarinas como a bergamota LFC e que não causam estas reações. No caso de tais reações ocorrerem, é recomendado passar sobre o local, em caso de manchas, óleo de hortelã pimenta, pois acelera o processo de recuperação da cor da pele no local. Nos casos de queimaduras e ardência, recomenda-se o uso da lavanda, ho wood, ou do pau rosa.

Contanto, apesar de tais reações serem possíveis de ocorrer, não há motivos para se preocupar se após uma massagem com esses óleos o paciente ao sair da sala e se expor aos raios solares na rua, isto por tais óleos não serem empregados puros sobre a pele e sim diluídos e pelo fato da roupa servir de proteção contra os raios solares na área.

Reações no SNC

Efeitos Convulsivantes:

Alguns dos óleos voláteis ricos em tujona (losna, sálvia officinalis), fenchona (funcho), cânfora e pinocanfona (cânfora, hissopo) são neurotóxicos (convulsionantes), podendo ocasionar também distúrbios sensoriais e até psíquicos quando empregados em altas dosagens, principalmente oralmente.

Efeitos Psicotrópicos:

Existem óleos com propriedades psicotrópicas já estudadas e que devem ser empregados com cautela quando feito seu uso via oral. Como exemplo tem a noz moscada que possui dois químicos de potencial alucinogênico quando ingerido em doses altas (acima de 1,5 ml), miristicina e elemicina. Ambos quando presentes dentro do corpo são convertidos em anfetaminas (MMDA = 3-metoxi-4,5-metilenedioxiamfetamina e TMA = 3,4,5-trimetoxianfetamina), que possuem efeitos sobre os níveis de serotonina no cérebro, o que faz tal óleo ser útil em casos de depressão, mas pode em altas doses ter efeito semelhante a uma perigosa droga hoje em moda, o êxtase, já que o MMDA é um ancestral químico destra droga. Entre os efeitos que pode produzir vemos excitação, alucinações visuais e distorções de cores, com sensação de fuga da realidade e despersonalização

O óleo de tuia também apresenta efeitos alucinogênicos se usado internamente em altas dosagens. Outros exemplos seriam os óleos de boldo do chile, erva-de-santa-maria, hissopo, cálamo e abisinto. Os efeitos são mais fortes quando estes óleos são tomados com álcool, como o caso da bebida absinto rica em tuiona (obtida da losna) e anetol (obtido do funcho).

Quando o óleo essencial penetra no corpo, seja por ingestão, inalação ou absorção pela pele, ele está sujeito a sofrer uma série de processos que podem modificar toda sua forma de atuar dentro de um organismo.

Alguns óleos quando penetram dentro do corpo, principalmente quando ingeridos, são degradados e modificados por uma série de enzimas existentes no fígado. Como exemplo podemos citar o aldeído cinâmico, presente no óleo de casca de canela (Cinnamomum zeylanicum) que é oxidado e reduzido a ácido cinâmico, e acaba sendo eliminado em sua maior parte pela urina. Estes processos de transformação variam de acordo com a espécie animal e podemos citar o caso da cânfora que é oxidada e reduzida a borneol pela ação de enzimas do fígado de cachorros e coelhos. O mesmo não se dá em humanos.

Muitos óleos interferem nos processos de metabolismo natural do corpo como o wintergreen (Gaultheria procumbens) que deve ser evitado por hemofílicos e pessoas com carência de vitamina K, pois interfere na síntese desta importante vitamina pelo fígado, que é um fator determinante da taxa de coagulação do sangue.

O tempo médio que um óleo permanece agindo no corpo é de 24 a 120 horas, sendo que logo após 2 horas de ingestão já vai se observando um decréscimo em sua presença. Este tempo de permanência é determinado pelos compostos que compõe o óleo essencial. Podemos citar como exemplos o d-limoneno que permanece no corpo por aproximadamente 72 horas sendo eliminado quase totalmente na urina já metabolizado (destes, 7% são nas fezes e de forma inalterada) e o acetato de benzila, um éster que é eliminado pela urina junto a outros dejetos de seu metabolismo após 24 horas. A importância de se conhecer este tempo médio é que em se tratando de intoxicações, você tem condições de medir o tempo de reação do corpo para saber qual a medidas tomar.

O principal órgão de excreção de óleos essenciais são os rins, mas notaremos uma considerável parcela sendo eliminada pela pele, pulmões e fezes.

Existem determinadas enzimas presentes no corpo, principalmente no fígado e próximo à pele que podem vir a decompor certos compostos presentes nos óleos essenciais em substâncias tóxicas e às vezes carcinogênicas. Temos o exemplo da enzima citocromo P450 que exerce importante influência na desintoxicação do corpo junto a materiais tóxicos como pesticidas, mas pode decompor certas substâncias como o safrol presente no óleo de canela de sassafrás e o estragol presente no óleo de manjericão em carcinógenos (causadores de câncer), apesar de que para causar uma anomalia no organismo a dosagem tem que ser muito alta e repetitiva por longo período de tempo, como é feito com ratos em estudos laboratoriais. Contudo, nem todas as degradações do citocromo P450 são prejudiciais. Outra enzima importante para este processo é a glutationa-S-transferase, o anti-oxidante mais importante fabricado pelo nosso corpo.

De todas as formas de uso, a que oferece menor risco de intoxicação é a inalação. A forma de uso mais adequada dependerá muito do óleo e do problema a ser tratado. Geralmente afecções do aparelho respiratório são melhores resolvidas utilizando o óleo essencial por inalação; infecções e distúrbios endócrinos, digestivos ou circulatórios, a ingestão é mais viável; em problemas musculares, ósseos ou de pele, o uso externo é o sistema empregado.

Testes de toxidade

Entre alguns dos testes de toxidade existentes contam com o DL50% derma e oral e os testes de reação fototóxica da pele. A maioria destes testes é realizada por laboratórios de grandes indústrias farmacêuticas, cosmética ou de flavorizantes.

Na indústria da Aromaterapia não se realiza estes testes em animais por se considerar altamente agressivo aos mesmos. Estes testes em animais veem diminuindo gradativamente, isso devido a já se ter dados suficientes de muitos óleos e seus componentes, como já existirem alternativas que permitem substituição. Também uma maior conscientização por parte das pessoas têm causado muitas mudanças neste sentido.

Envenenamentos

Relatos e envenenamentos são muito raros. Existem alguns poucos casos registrados com os óleos de eucalipto, cânfora, poejo, wintergreen, noz moscada e poucos outros. Como os vidros de óleos essenciais costumam ser vendido com gotejador, isto acaba diminuindo os problemas de intoxicação por crianças, pois o volume ingerido de uma vez vem a ser pequeno. Mas ainda assim é importante atenção, pois óleos com alta toxidade, podem ocasionar com pequenas doses sérios danos à saúde e levar até à morte como é o caso do óleo de erva-de-santa-maria que com apenas dois conta-gotas cheio (2ml) pode matar uma criança de três anos de idade.

Em caso de intoxicação por ingestão recomenda-se tomar bastante água, suco de frutas (não cítricas) como o mamão, leite e conforme a quantidade ingerida procurar um médico. Intoxicações por inalação são menos frequentes e normalmente ocorrem mais em fábricas e destilarias de óleos, as recomendações são de retirar a pessoa levando-a para local ventilado e procurar rapidamente ajuda médica.

Reduzindo riscos

  1. Óleos essenciais são produtos altamente concentrados e podem se tornar perigosos se mal empregados. Use sempre nas dosagens e formas recomendadas.
  1. O uso de óleos essenciais puros é desaconselhável a crianças menores de 5 anos, a não ser que estejam devidamente diluídos para massagem e banhos.
  1. De uma maneira geral é desaconselhável o uso de óleos essenciais por mulheres grávidas ou que estejam amamentando. Contudo, o emprego através de massagem localizada ou inalação em ambiente não apresenta problemas.
  1. Não utilize óleos essenciais puros dentro do conduto auditivo ou nasal, pois podem queimar. Evite utilizar também óleos puros nas axilas, rosto e área genital, pois são áreas sensíveis e podem ocasionar ardência. Alguns óleos essenciais podem ser empregados puros sobre a pele (ex. lavanda), mas muitos podem ocasionar ardência. Na dúvida, utilize os óleos essenciais sempre diluídos.
  1. Mantenha seus óleos essenciais guardados sempre em locais escuros e com o vidro bem fechado. A falta de cuidado na conservação dos óleos essenciais pode ocasionar sua oxidação e favorecer o surgimento de compostos alergênicos.
  1. Certos compostos encontrados nos óleos essenciais são fortemente irritantes. Alguns exemplos de óleos que se deve ter cautela são tomilho, canela, cravo, orégano e alecrim pimenta, que podem irritar a pele e mucosas.
  1. Não utilize óleos essenciais via oral se você não tem conhecimento suficiente para isso, ou sem a orientação de um terapeuta com registro de formação em aromaterapia, que seja treinado neste tipo de prática. Não é recomendado este tipo de prática por pessoas leigas.
  1. Evite expor a pele ao sol nas 24h seguintes ao uso de óleos ricos em furanocumarinas que ocasionam manchas de pele. Ex.: Bergamota, limão e laranja da terra.
  1. Evite deixar em locais de fácil acesso a crianças óleos essenciais, pois é um atrativo devido à cor do vidro e formato.
  1. Se você é um apaixonado por aromaterapia e quer aproveitar o máximo que os óleos essenciais têm a lhe oferecer sem riscos, faça um curso de aromaterapia. Existem bons profissionais hoje no mercado com os quais você pode se aprender mais, e cursos em modelos básicos e avançados para a formação de terapeutas.

Primeiros socorros

  1. Em caso de inalar em excesso algum óleo essencial e haverem reações alérgicas ou falta de ar, vá para um lugar arejado, beba bastante líquido e continuando os sintomas, procure um médico.
  1. Em caso de ingestão acidental de óleos essenciais em altas dosagens, ou de produtos sintéticos desconhecidos, beba bastante água, induza ao vômito, e observe se haverá melhora. Em caso de continuação dos sintomas ou piora, procure auxílio médico para tratamento sintomático.
  1. Em caso de alergias de pele, suspenda imediatamente o uso do produto. Havendo algum processo inflamatório, procure um médico.
  1. Em caso de ter se exposto ao sol após o uso de algum óleo cítrico e ter ocorrido a formação de manchas de pele, para acelerar sua eliminação, utilize óleo de hortelã pimenta diluído a 10% no local 3 X ao dia para ajudar a eliminar a mancha mais rápido. Se tiverem ocorrido queimaduras graves, procure um médico.
  1. Em caso de forte irritação na pele ocasionada pelo uso de algum óleo essencial puro ou diluído, lave bem o local com água e sabão, aplique na área óleo de girassol limpando depois com um pano ou toalha de papel para puxar dos poros o restante do óleo essencial existente. Para alívio da ardência, utilize um gel de calêndula ou contendo óleo essencial de lavanda a 2% na área atingida.

Contra-indicações

Citamos aqui algumas contra-indicações existentes para alguns óleos que são importantes de serem observadas. Tais contra-indicações devem ser levadas em consideração no uso oral destes óleos, inalação direta de grande quantidade, massagens de corpo todo e situações delicadas como gravidez ou epilepsia. Em inalações ambientais (difusores) e massagens localizas estes riscos praticamente desaparecem.

  • Gravidez –  Evitar os óleos de cânfora, tuia, salvia dalmaciana, salvia esclaréia, funcho, erva-doce, anis estrelado, dill (endro), wintergreen, bétula, sabina, salsa.
  • Distúrbios do fígado:  Evitar os óleos de canela, cravo, poejo, buchu, sassafrás, sabina, arruda e óleos ricos em furanocumarinas.
  • Distúrbios renais: Evitar os óleos de salsa, wintergreen, bétula e os gelados ricos em cânfora (alecrim), mentol (hortelã), e cineol (eucalipto).
  • Pressão alta: Evitar óleos que contenham cânfora (alecrim QT1, cânfora, lavanda spike).
  • Pressão baixa: Evitar os óleos de alho, cebola, lavanda, capim limão, verbena, melissa.
  • Epilepsia: Evitar os óleos de cânfora, alecrim QT1, lavanda spike.
  • Hemofilia, distúrbios na coagulação do sangue: Evitar os óleos de wintergreen, bétula doce e usar com moderação os óleos cítricos e de coníferas.
  • Glaucoma e hiperplasia prostática: Evitar óleos de capim cidreira, capim limão, verbena, capim espartilho, e outros contendo alto teor de citral.”

Fonte: Fabian Laszlo – Site: Laszlo Ind e Comercio Ltda.

 

 

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